Parking Lot Construction: As part of our ongoing work to maintain and improve Central Library, the parking lot will be closed for construction from Tuesday, July 28, to Saturday, August 1. Visit the Central Library page for more details. 

CLOSURE: Central Library will be closed Tuesday, July 21, through Saturday, July 25, while emergency repairs are made to the building’s cooling system. We expect to reopen Monday, July 27.

Notice of Public Meeting: Kalamazoo Public Library Board of Trustees | July 27 | 5:30 pm | Central Library/Van Deusen Room. The packet of information for the meeting can be found on the library’s website

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Amefricanizando O Amor

Year

2023

Language

PORTUGUESE

Publication Information

Editora Appris

Summary

Amefricanizando o amor, primeiro livro de Laysi da S. Zacarias, é fruto de sua pesquisa de Mestrado, defendida em 2021, pela Universidade de Brasília. Nesta publicação, a autora propõe um encontro e diálogo com bell hooks e Lélia Gonzalez, duas potentes intelectuais do pensamento negro contemporâneo. Escrita de forma pungente e em primeira pessoa, esta pesquisa-narrativa se lança com o objetivo de pensar o amor criticamente, a partir da categoria de amefricanidade, como forma de mobilizá-lo, fazê-lo ferramenta para uma ação política libertadora. Amefricanizar o amor é, na perspectiva de Laysi, um gesto de criação, de amor à negritude, que reorienta a experiência negra no mundo a partir da constituição de laços de solidariedade e da fabulação de realidades possíveis fora dos limites impostos pelas violências raciais. Ao mobilizar o diálogo com essas duas autoras, Laysi também abre os ouvidos e suas páginas para o som de outras vozes negras que emergem como potências criadoras de um mundo por vir; entre intelectuais e artistas, este é um texto que nos convoca para a "grande festa do batuque" que é o amor amefricano. Nesse cenário, "a poesia de tantos tambores" de nomes, como Rosana Paulino, Jota Mombaça, tatiana nascimento e Cristy Road também ressoa sob a condução de Laysi e oferecem ferramentas para se pensar o amor em sua forma mais radical e revolucionária. A autora defende que a perspectiva revolucionária de amor – que parte da influência do trabalho intelectual de bell hooks e Lélia, da estética dessas artistas e dos tantos interlocutores mobilizados aqui – conduz à possibilidade de atualização do vocabulário político da teoria crítica dos Direitos Humanos. Em suma, amefricanizar o amor é trazer para o campo da ação e da luta uma maneira de fazer cair as bases que determinam quem é humano e quem não é, para justificar assim as opressões; é escapar da armadilha colonial que deseja minar nossa existência e afirmar a vida. Este livro, assim como os diálogos que ele movimenta, é também um caminho a ser trilhado coletivamente em direção a um mundo porvir.